segunda-feira, 3 de maio de 2021

Elvira Souza Lima - Sem Medo de Errar

 


ELVIRA SOUZA LIMA

SEM MEDO DE ERRAR

Editora Inter Alia,
São Paulo

BAIXAR / DOWNLOAD  AQUI

acesso livre por parceria
do CEPAOS  com a

Editora Inter Alia


Se o erro for visto como uma característica do aluno, fica difícil mesmo buscar caminhos para a superação. No entanto, se o erro for entendido como parte integrante do processo de aprendizagem, presente em todo desenvolvimento cultural da humanidade, passaremos a entender que errar é parte do processo de desenvolvimento e de aprendizagem dos conhecimentos escolares de todos os alunos. Em outras palavras, significa entender precisamente no trabalho do aluno, em seu pensamento, que elemento faltou para que ele chegasse ao acerto.

Elvira Souza Lima




segunda-feira, 26 de abril de 2021

QUANDO A CRIANÇA NÃO APRENDE A LER E A ESCREVER - ELVIRA SOUZA LIMA, video-conferência 01-05-2021

 


ELVIRA SOUZA LIMA





Muitas crianças podem ficar em situação de  não aprendizagem da escrita. Tal pode acontecer por diversos fatores que nada tem a ver com problemas da criança em aprender ou ao professor. Sendo a escrita uma aprendizagem cultural e sendo um sistema simbólico, precisamos examinar estas dimensões na análise e compreensão do ato de aprender a escrever. 

O Encontro de estudo tem como base meu livro QUANDO A CRIANÇA NÃO APRENDE A LER E A ESCREVER.

ELVIRA SOUZA LIMA

segunda-feira, 12 de abril de 2021

ELVIRA SOUZA LIMA - MÚSICA, CÉREBRO E PANDEMIA: SAÚDE MENTAL E EMOÇÕES

 



A MÚSICA  mobiliza imediatamente as emoções, desperta sentimentos comuns e causa empatia. 4 décadas de pesquisa mostram as ligações estreitas e importantes entre música e cérebro. Os efeitos da música atingem todas as idades, desde a vida interuterina. Ouvir música, cantar e tocar um instrumento atuam na saúde do corpo e no bem estar e tranquilidade da mente. Nesta palestra falarei também da utilização benéfica da música na situação de pandemia, o papel que ela deve ter no ensino remoto e presencial e a importância da música em casa.

ingresso único
R$ 45,00  (+ R$ 4,50 taxa)
em até 12x R$ 5,12
Vendas até 17/04/2021  



domingo, 4 de abril de 2021

LER É UMA COISA, ESCREVER É OUTRA - SÓ ESCREVE QUEM DOMINA O SISTEMA LINGUÍSTICO

 


LER É UMA COISA, ESCREVER É OUTRA - 
SÓ ESCREVE QUEM DOMINA O SISTEMA LINGUÍSTICO


ELVIRA SOUZA LIMA

10 de abril de 2021, 10h>11h30

Videoconferência via Sympla Streaming

ESCREVER acontece pela capacidade humana de simbolizar.  Escrever é adquirir conhecimento sobre o sistema que organiza símbolos e significados,.

Ler depende do conhecimento das palavras e suas mútuas relações. Escrever vai além: exige que a pessoa tenha consciência do sistema para poder escolher as palavras adequadas segundo a sintaxe da lingua e segundo a semântica. Em outras palavras exige saber a gramática da língua e ter em  sua memória um vocabulário adequado. 

ingresso unico

R$ 45,00  (+ R$ 4,50 taxa)

em até 12x R$ 5,12

Vendas até 10/04/2021  

ACESSAR AQUI

terça-feira, 30 de março de 2021

ANTROPOLOGIA E PEDAGOGIA: UMA INTEGRAÇÃO NECESSÁRIA PARA A DOCÊNCIA EM TELA E PRESENCIAL

 ELVIRA SOUZA LIMA





A escola é um espaço de cultura e é um contexto social para a formação humana. É, também um espaço de convivência entre as gerações. Sua importância não pode ser suficientemente enfatizada. No momento que a escola foi atingida pelo COVID 19 de forma inusitada, afastando o convívio social, questões importantes sobre o processos de aprendizagens de crianças e jovens surgem. Como ficam as questões sociais e culturais em tal cenário?


https://www.sympla.com.br/antropologia-e-pedagogia-uma-integracao-necessaria-para-a-docencia-em-tela-e-presencial__1172624

ingresso unico

R$ 60,00  (+ R$ 6,00 taxa)
em até 12x R$ 6,83

Reservas até 14/04/2021 

quinta-feira, 11 de março de 2021

Literatura, escrita e cérebro na pandemia: da educação infantil ao ensino médio - Videoconferência

 




Que papel a escrita tem em um contexto de pandemia? Como a literatura pode contribuir para o bem estar em uma situação tão desafiadora como tem sido a epidemia do COVID-19? Para discutir estas questões vamos ver como funciona o cérebro da pessoa que escreve e daquela que lê livros de literatura,. Da educação infantil à universitária,



13 de março de 2021, 10h>11h30
Videoconferência via Sympla Streaming





domingo, 7 de março de 2021

Literatura, escrita e cérebro na pandemia: da educação infantil ao ensino médio - Elvira Souza Lima

 Palestra online no Sympla ver aqui

Que papel a escrita tem em um contexto de pandemia?
Como a literatura pode contribuir para o bem estar em
uma situação tão desafiadora como tem sido a epidemia
do COVID-19? Para discutir estas questões vamos ver
como funciona o cérebro da pessoa que escreve e
 daquela que lê livros de literatura.
Da educação infantil à universitária. 

ELVIRA SOUZA LIMA



 Palestra online no Sympla ver aqui

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

A FORMAÇÃO DA CRIANÇA LEITORA E ESCRITORA: DO BEBÊ AOS 10 ANOS - ELVIRA SOUZA LIMA - ONLINE 21/11/2020

 A FORMAÇÃO DA CRIANÇA LEITORA E ESCRITORA: DO BEBÊ AOS 10 ANOS

Elvira Souza Lima

21 de novembro de 2020, 10h>11h30

Palestra online no Sympla - mais informações aqui

Elvira Souza Lima é pesquisadora com formação em ciências de cérebro, antropologia, música, psicologia e linguística. Fez doutorado na Sorbonne (Paris, França), pós doutoramento em antropologia e linguística na Stanford University (Palo Alto, California, EUA) centrado em como reverter o fracasso escolar de meninas latinas na quinta série. Estudou no Collège de France Anthropologie com Claude Lèvi-Strauss e Neurobiologie de l´Enfant com Julian de Ajuriaguerra. É formada em música e piano.


https://www.sympla.com.br/a-formacao-da-crianca-leitora-e-escritora-do-bebe-aos-10-anos__1046272?fbclid=IwAR1OOR4LCUBhaP35dyzGMbSf16VXStnt-7wY_4-K0bc4UMGGBVwPj4YgSfQ


segunda-feira, 2 de novembro de 2020

PERSISTÊNCIA E CRIATIVIDADE DOS PROFESSORES: NOVOS HORIZONTES PARA 2021- ELVIRA SOUZA LIMA - online 07/11/2020

 


PERSISTÊNCIA E CRIATIVIDADE DOS PROFESSORES:
NOVOS HORIZONTES PARA 2021

Palestra Online - link

ELVIRA SOUZA LIMA


O que as professoras e os professores estão pensando hoje, oito meses depois do fechamento abrupto das escolas? O que estão sentindo? Quais as preocupações para o futuro imediato? Como será 2021? Perguntei a vários educadores em funções de docência, de coordenação e direção. Inspirada pela diversidade de depoimentos, marcados pela emoção e pela determinação de buscar caminhos novos, me propus a fazer esta palestra-estudo. 

É o momento de fazer um balanço, olhar para frente e criar contextos para o desenvolvimento humano em 2021.


07 de novembro de 2020, 10h -11h30
Videoconferência via Sympla 

terça-feira, 27 de outubro de 2020

PERSISTÊNCIA E CRIATIVIDADE DOS PROFESSORES: NOVOS HORIZONTES PARA 2021- ELVIRA SOUZA LIMA

 


Informações e Inscrição - Persistência e criatividade dos professores: novos horizontes para 2021- link


O que as professoras e os professores estão pensando hoje, oito meses depois do fechamento abrupto das escolas? O que estão sentindo? Quais as preocupações para o futuro imediato? Como será 2021? Perguntei a vários educadores em funções de docência, de coordenação e direção. Inspirada pela diversidade de depoimentos, marcados pela emoção e pela determinação de buscar caminhos novos, me propus a fazer esta palestra-estudo. 

É o momento de fazer um balanço, olhar para frente e criar contextos para o desenvolvimento humano em 2021.


07 de novembro de 2020, 10h -11h30
Videoconferência via Sympla 


segunda-feira, 19 de outubro de 2020

ESCREVER E LER: O COMPLEXO CAMINHO DA AQUISIÇÃO DA ESCRITA NO CÉREBRO HUMANO - ELVIRA SOUZA LIMA

  PALESTRA ONLINE

Como vemos na reportagem publicada ontem, dia 18 de outubro, no jornal o Estado de São Paulo, alfabetizar é um assunto de relevância para toda sociedade. Todos podem aprender a ler e a escrever, mas chegar lá é um grande desafio. Hoje há um grande interesse mundial em saber porquê alguns aprendem e outros não. Para tanto é necessário recorrer às áreas de conhecimento que estudam o ser humano e a escrita, que é exatamente o que faremos nesta palestra-estudo no próximo sábado, Vamos ver qual o caminho para o cérebro chegar à leitura e à escrita.

domingo, 11 de outubro de 2020

Escola para quê mesmo?!

 Elvira Souza Lima


À medida que vamos nos aproximando do final de 2020, um ano sem precedentes, cabe refletir no turbulento período que a escola tem experimentado no mundo todo.

No ato 1 deste teatro do absurdo, do impensável, escolas se fecham no mundo todo. Primeira providência, passar para o ensino remoto. Mas tomamos consciência imediata da enorme desigualdade de condições da infância e da juventude no mundo todo.

Tecnologia digital e internet não são acessíveis a 20%, 30% até a 80% das crianças e jovens, dependendo dos países, de regiões de um mesmo país, de cidades, de bairros... Desigualdade intuída por alguns, suspeitada por vários, sabida por outros, porém não com a dimensão que a COVID19 demonstrou.

No ato 2, a figura do professor começa a tomar um vulto também sem precedentes, para quem teve acesso ao ensino remoto e também para quem não teve. Seja por meios tecnológicos digitais, seja pela TV, rádio, pelas sacolinhas (solução encontrada para que as atividades cheguem ao aluno sem acesso à internet, às vezes até mesmo sem energia elétrica), uma verdade se impõe: ninguém substitui professor.

Rapidamente se constata outra verdade: o mundo precisa das escolas.

De centro da docência, dos conhecimentos formais, de ensino da leitura, da escrita, da matemática, a escola começa a ser reconhecida como espaço necessário para a comunicação. Ah, a escola, espaço de cultura, de vivência simbólica, de partilhamentos, de emoções...

É o momento que, no contexto das restrições impostas pelo Covid19, começa a se ter saudades da escola. Saudade dos professores, dos amigos, dos alunos, da rotina em que comportamentos culturais e de vida coletiva são introduzidos, praticados e as novas gerações vão se formando como pessoas de cultura.

Começa a percepção geral de que escola é necessária para o funcionamento de muitas sociedades pelo mundo todo. É o momento que, também, começa-se a perceber que várias formas de organização social e de culturas não urbanas se saem melhor na vivência das restrições e no isolamento social que o COVID19 impôs.

No ato 3, a discussão se volta para a economia. As pessoas precisam voltar a trabalhar, mas as famílias precisam de suporte para cuidar de seus filhos, de forma que possam voltar para seus locais de trabalho e mesmo para trabalhar em casa. Home Office é algo desafiador quando se tem crianças e jovens pela casa.

Escolas não só são espaços de cultura, de docência e aquisição de conhecimentos formais. São espaços de acolhimento e guarda das crianças e jovens. Muitas vezes, também, de alimentação.

Quando começam a se evidenciar as consequências da COVID19 na saúde mental, a escola começa a ser vista como componente chave para se lidar com um problema que apenas se evidencia, sem se ter ainda uma ideia precisa de sua dimensão.

Estados de ansiedade, estresse, depressão se propagam de forma alarmante em alguns contextos. Cabe agora à escola se envolver, também, com esta dimensão das consequências do COVID19. Isolamento social, perda de pessoas próximas, desemprego são todos fatores que vão ganhando importância ao afetar o equilíbrio emocional e as relações pessoais.

Entramos, então, no ato 4 em que se começa a pensar a escola como o espaço promissor para criar um contexto adequado para atender aos desafios colocados pela permanência do COVID19.

A enorme diversidade de situações, atravessando todas as classes sociais e econômicas, as coletividades culturais e linguísticas nos apontam para a realidade de que as soluções e propostas para a educação e a organização serão, principalmente, locais. Em cada comunidade, cada bairro, cada escola as escolhas serão feitas pelas pessoas que aí vivem e interagem.

É o que temos percebido nos vários países em que as escolas estão voltando, enfrentando altos e baixos, surtos de contaminação, quarentenas parciais. Porém, em todas as situações as pessoas estão conscientes de que não há um modelo único a ser implantado, uma mesma resposta para todos, uma mesma solução para questões tão diversas.

E a escola assume, pouco a pouco, uma dimensão integradora da docência, da cultura e da saúde. Esta dimensão impõe o exercício da imaginação e da criatividade, exercício este que já começa a provocar uma movimento importante na redefinição da instituição escolar no mundo contemporâneo.


Cadernos do CEPAOS, out. 2020